Doação de órgãos

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Como a Doutrina Espírita vê a doação de órgãos?

A Doutrina Espírita não deu opinião sobre o assunto, pois na época da Codificação ainda não havia o transplante de órgãos. O que se sabe dos Espíritos superiores é que o corpo é apenas um instrumento para o progresso do Espírito imortal quando ele está na carne. Depois do desencarne, não há nenhuma razão para pensar no corpo carnal que voltará a integrar-se na natureza pela decomposição. Porém, é preciso entender que em alguns casos onde ocorre o desencarne de pessoas excessivamente apegadas ao corpo ou à vida, pode haver a necessidade do Espírito assistir o período de seu velório. Nessas situações (que normalmente são expiações) o transplante ou a cremação de corpos poderão causar uma perturbação momentânea no desencarnado, por ele não compreender a razão de seu corpo ter algumas partes retiradas ou o motivo pelo qual foi queimado. Tudo isso, no entanto, acontece com a permissão de Deus. O sofrimento que advém de tais situações provém do pouco entendimento das pessoas a respeito do que seja a imortalidade da alma e as consequências de um excessivo apego à matéria.