A porta da palavra


Orando por nós também ao mesmo tempo, para que Deus nos abra uma porta à Palavra […].

Colossenses 4:3

A atualidade terrestre dispõe dos mais avançados processos de comunicação entre os homens.

Num só dia, aviões sobrevoam nações diversas.

O rádio e a televisão alteram o antigo poder do espaço.

Quantos milhões de criaturas, porém, se reconhecem profundamente isoladas dentro de si, ainda mesmo quando parte integrante da multidão?

Quantos seres humanos varam largos trechos da existência, expedindo apelos ao socorro espiritual de outros seres humanos, sem qualquer resposta que lhes asserene o campo emotivo?

O que mais singulariza o problema é que nem sempre vale a presença material de alguém para o auxílio de que outro alguém se reconhece necessitado. Quem sofre prefere a solidão à companhia daqueles que lhes agravam o sofrimento.

Todos nós carecemos de alívio na hora da angústia ou de apoio em momentos difíceis, e, para isso, contamos receber daqueles que nos rodeiam a frase compreensiva e conveniente.

Entanto, nesse sentido, não bastará que os nossos benfeitores nos manejem corretamente o idioma ou nos identifiquem o grau de cultura.

É imperioso nos conheçam os sentimentos e problemas, os ideais e realizações.

Meditemos, pois, na importância do verbo e roguemos a Deus nos inspire, a fim de encontrarmos a porta adequada à palavra certa e sermos úteis aos outros, tanto quanto esperamos que os outros sejam úteis a nós.

Título: A porta da palavra

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários às Cartas de Paulo




Amando os inimigos


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Sem liberdade é impossível avançar nas trilhas da evolução, mas fora do entendimento que nasce do amor, ninguém se emancipa nos caminhos da própria alma.

Seja onde seja e seja com quem for, deixa que a simpatia e a compreensão se te irradiem do ser.

Em qualquer parte onde palpite a vida, eis que a vida para crescer e aperfeiçoar-se roga o alimento do amor tanto quanto pede a presença da luz.

De muitos recebes o apoio da bondade e outros muitos aguardam de ti semelhante auxílio.

Da faixa dos benfeitores recolhes a bênção para transmiti-la na direção dos que te não aceitam ou desajudam.

Nessa diretriz os adversários, quaisquer que eles sejam, nunca te prenderão a desespero ou ressentimento.

Se surgem e atacam, abençoa-os com a justificativa fraterna ou com o pronto-socorro da oração. Entretanto, pensa, acima de tudo, na condição lastimável em que se colocam e compadece-te em silêncio.

Esse, por enquanto, não consegue desalojar-se do ergástulo da opinião individual; aquele acomoda-se no azedume sistemático; outro descambou para equívocos dos quais, por agora, não sabe afastar-se; aquele outro sofre sob a hipnose da obsessão; e aquele outro ainda está doente e exigirá tempo longo, a fim de recuperar-se.

Entregarmos-nos à mágoa diante dos que perseguem e caluniam, é o mesmo que nos ajustarmos voluntariamente à onda de perturbação a que encadeiam.

Sob o granizo da ignorância ou da incompreensão, segue trabalhando, a servir sempre.

Observa os inimigos do bem e os agressores da renovação, e, em lhes percebendo a sombra, condoer-te-ás de todos eles.

Faze isso e, sempre que te pretendam agrilhoar ao desequilíbrio, a compaixão te libertará.

Título: Amando os inimigos

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Ante nossos adversários


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Interpretemos nossos adversários por irmãos, quando não nos seja possível recebê-los por instrutores.

Quando o Senhor nos aconselhou a paz com os inimigos do nosso modo de ser, recomendou-nos certamente o olvido de todo o mal.

Às vezes, fustigando aqueles que nos ofendem, a pretexto de servirmos à verdade, quase sempre faltamos ao nosso dever de amor.

Nem todos podem enxergar a vida por nossos olhos ou aceitar o mapa da jornada terrestre, através da cartilha dos nossos pontos de vista.

E, não raro, em zurzindo os outros com o látego de nossa crítica ou intoxicando-os com o vinagre de nosso azedume, procederemos à maneira do lavrador que enlouquecesse, repentinamente, espalhando cáusticos destruidores sobre a plantação nascente, necessitada de auxílio pela fragilidade natural.

Claro que o amor fraterno encontra mil modos diversos para fazer-se sentir, no reajuste das situações difíceis no caminho da vida, e é justamente para a verdadeira solidariedade que deveremos apelar em qualquer circunstância obscura do roteiro comum.

Se não apagamos o incêndio, atirando-lhe combustível, e se não podemos sanar feridas, alargando-lhes as bordas, a golpes de força, também não entraremos em harmonia com os nossos adversários por intermédio da violência.

Usemos o amor que o Mestre nos legou, se desejamos a paz na Vida maior.

Ajudemos aos que nos ofendem.

Oremos pelos que nos perseguem ou caluniam.

Amparemos os que nos perturbam.

Sejamos o apoio dos companheiros mais fracos.

E o Divino Senhor da Vinha do Mundo, que nos aconselhou o livre crescimento do joio e do trigo, no campo da Terra, em momento oportuno se fará revelar, amparando-nos e selecionando os nossos sentimentos, através do seu justo julgamento.

Título: Ante nossos adversários

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Oposições


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Imperioso modifiques a própria conceituação, em torno do adversário, a fim de que se te apague da mente, em definitivo, o fogo da aversão.

Isso porque o suposto ofensor pode ser alguém:

que age sob a compulsão de grave processo obsessivo;

que se encontra sob o guante da enfermidade e, por isso, inabilitado a comportar-se corretamente;

que experimenta deploráveis enganos e se acomoda na insensatez;

que não pode enxergar a vida no ângulo em que a observas.

E que nenhum de nós encontre motivos para lhe reprovar o desajuste, porquanto nós todos somos ainda suscetíveis de incorrer em falhas lamentáveis, como sejam:

cair sob a influência perturbadora de criaturas a quem dediquemos afeição sem o necessário equilíbrio;

iludir-nos a nosso próprio respeito quando, não pratiquemos o regime salutar da autocrítica;

entrar em calamitoso desequilíbrio por efeito de capricho momentâneo;

assumir atitudes menos felizes, por deficiência de evolução, à frente de companheiros em posições mais elevadas que a nossa.

Em síntese, para sermos desculpados é preciso desculpar.

Reflitamos na absoluta impropriedade de qualquer ressentimento e recordemos a advertência de Jesus, quando nos recomendou a oração pelos que nos perseguem.

O Mestre, na essência, não nos impelia tão só a beneficiar os que nos firam, mas igualmente a proteger a sanidade mental do grupo, em que fomos chamados a atuar e servir, imunizando os companheiros, relativamente ao contágio da mágoa, e frustrando a epidemia da queixa, sustentando a tranquilidade e a confiança dos outros, tanto no amparo a eles quanto a nós.

Título: Oposições

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Motivos para socorro aos maus


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Todos aqueles espíritos interpretados como sendo maus, são irmãos nossos – criaturas do Criador, quanto nós mesmos – credores de auxílio e consideração.

A maldade, em muitos casos, provém da ignorância que compele o ser a comportamento infeliz, reclamando assistência educativa.

Às vezes, a crueldade não é senão doença catalogável na patologia da mente, agravada, em muitas ocasiões, por influência obsessiva, solicitando ajuda curativa ao invés de punição.

Muitos criminosos são companheiros que não resistiram às tentações trazidas de existências passadas, incursos em faltas das quais somos passíveis, em nossa atual posição de consciências endividadas perante a Lei.

O malfeitor, no cárcere ou em cumprimento da pena que lhe foi cominada, é semelhante ao enfermo no hospital ou em tratamento adequado, requerendo compreensão e apoio fraterno.

Ninguém experimenta alegria, ante as vítimas do mal, como ninguém sente prazer diante do vizinho que a moléstia perturba, mas, assim como o doente do corpo exige medicação, o doente da alma requisita socorro.

Tanto quanto não será possível prever a extensão do incêndio, sem medidas que o combatam, ninguém pode acautelar-se contra o alastramento do mal, sem a colaboração do bem que o elimine.

Quando a pessoa conhece as próprias responsabilidades e pratica o mal mesmo assim, entreguemo-la a si mesma, convencidos de que essa pessoa carregará no subconsciente a dor da culpa, até que se liberte, pelo sofrimento, da sombra em que se envolveu.

Situemo-nos em lugar dos nossos irmãos caídos e verificaremos que eles precisam muito mais de assistência que de censura.

Quando as circunstâncias nos impeçam o abraço fraternal imediato aos que nos feriram, não nos esqueçamos de que, ainda assim, ser-nos-á possível auxiliá-los sempre através da oração.

Título: Razões para o amor aos inimigos

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Razões para o amor aos inimigos


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Os inimigos, queiramos ou não, são filhos de Deus como nós e, consequentemente, nossos irmãos, para quem Deus providenciará recursos e caminhos, dentro da mesma bondade com que age em nosso favor.

Temos muito a dever aos amigos pelos estímulos com que nos asseguram êxito na vida, mas não podemos esquecer que devemos bastante aos nossos inimigos pelas oportunidades que nos proporcionam no sentido de retificarmos os próprios erros.

O adversário é mais propriamente aquele que sulca a nossa alma, à feição do lavrador que cava na terra, a fim de que produzamos na seara do bem.

O amor pelos inimigos dar-nos-á excelentes recursos contra desajuste circulatório, a neurose, a loucura ou a úlcera gástrica, sempre que estejamos em tarefa no corpo físico.

Orando em benefício dos que nos ferem, evitamos maiores perturbações em torno de nós mesmos.

Uma atitude respeitosa para com os adversários nunca nos rouba tempo ao serviço.

Amando os inimigos e entregando-nos sinceramente ao juízo de Deus, com as melhores vibrações de fraternidade, eliminamos noventa por cento dos motivos de aflição e aborrecimento.

Abençoando em silêncio os que nos criticam ou golpeiam, protegemos com mais segurança os interesses do trabalho que a Providência Divina nos concedeu.

A serenidade e o apreço para com os inimigos são os melhores antídotos para que as preocupações com eles não nos destruam.

O amor pelos inimigos não nos rouba a paz da consciência, na hipótese de serem malfeitores confessos, porque, quando Jesus nos diz: “ide e reconciliai-vos com o adversário”, ele nos ensina a fazer paz em nossas relações, como não é justo privar de tranquilidade uma criança ou um doente, mas, em trecho algum do Evangelho, Jesus nos recomenda cooperar com eles.

Título: Razões para o amor aos inimigos

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




No plano dos inimigos


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

O ofensor apareceu diante de ti à maneira de um teste de aprimoramento moral.

Injuriou-te o nome.

Zombou-te dos brios.

Gritou-te ameaças.

Golpeou-te os sentimentos.

Desafiou-te a capacidade de tolerância.

Apedrejou-te os ideais.

Escarneceu-te dos propósitos.

Torturou-te o pensamento.

Disse Jesus: “Ama os teus inimigos”, mas não recomendou que os tomássemos por modelos de serviço e conduta, quando os nossos opositores se afeiçoem ao mal.

Mentaliza um homem estirado no charco. É razoável lhe estendas a mão, no fito de socorre-lo; entretanto, nada justiça te afundes, por isso, conscientemente no barro.

É preciso salvar as vítimas do incêndio, mas a vida não te pede o mergulho desamparado nas chamas.

O adversário é sempre alguém digno do auxílio ao nosso alcance, mas nem sempre, com desculpa de amor, devemos fazer aquilo que ele estima fazer.

Título: No plano dos inimigos

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Imunização espiritual


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

Temos, efetivamente, duas classes de adversários, aqueles que não concordam conosco e aqueles outros que suscitamos com a nossa própria cultura de intolerância.

Os primeiros são inevitáveis. Repontam da área de todas as existências, mormente quando a criatura se encaminha para diante nas trilhas de elevação.

Nem Jesus viveu ou vive sem eles.

Os segundos, porém, são aqueles cujo aparecimento podemos e devemos evitar.

Para isso, enumeremos alguns dos prejuízos que angariaremos, na certa, criando aversões em nosso caminho:

focos de vibrações contundentes;

centros de oposição sistemática;

ameaças silenciosas;

portas fechadas ao concurso espontâneo;

opiniões quase sempre tendenciosas, a nosso respeito;

suspeitas injustificáveis;

propósitos de desforço;

antipatias gratuitas;

prevenções e sarcasmos;

aborrecimentos;

sombras de espírito.

Qualquer das parcelas relacionadas nesta lista de desvantagens bastaria para amargurar larga faixa de nossa vida, aniquilando-nos possibilidades preciosas ou reduzindo-nos eficiência, tranquilidade, realização e alegria de viver.

Fácil inferir que apenas lesamos a nós mesmos, fazendo adversários, tanto quanto é muito importante saber tolerá-los e respeitá-los, sempre que surjam contra nós.

Compreendamos, assim, que quando Jesus nos recomendou amar os inimigos estava muito longe de induzir-nos à conivência com o mal, e sim nos entregava a fórmula ideal do equilíbrio com a paz da imunização.

Título: Imunização espiritual

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




Na senda do Cristo


Eu, porém, vos digo: Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 5:44

O caminho de Jesus é de vitória da luz sobre as trevas e, por isso mesmo, repleto de obstáculos a vencer.

Senda de espinhos gerando flores, calvário e cruz indicando ressurreição…

O próprio Mestre, desde o início do apostolado, desvenda às criaturas o roteiro da elevação pelo sacrifício.

Sofre, renunciando ao divino esplendor do Céu, para acomodar-se à sombra terrestre na estrebaria.

Experimenta a incompreensão de sua época.

Auxilia sem paga.

Serve sem recompensa.

Padece a desconfiança dos mais amados.

Depois de oferecer sublime espetáculo de abnegação e grandeza, é içado ao madeiro por malfeitor comum.

Ainda assim, perdoa aos verdugos, olvida as ofensas e volta do túmulo para ajudar.

Todos os seus companheiros de ministério, restaurados na confiança, testemunharam a Boa Nova, atravessando dificuldade e luta, martírio e flagelação.

Inúteis, desse modo, nos círculos de nossa fé, os petitórios de protecionismo e vantagens inferiores.

Ressurgindo no Espiritismo, o Evangelho faz-nos sentir que tornamos à carne para regenerar e reaprender.

Com o corpo físico, retomamos nossos débitos, nossas deficiências, nossas fraquezas e nossas aversões…

E não superaremos os entraves da própria liberação, providenciando ajuste inadequado com os nossos desejos inconsequentes.

Acusar, reclamar, queixar-se, não são verbos conjugáveis no campo de nossos princípios.

Disse-nos o Senhor – “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.”

Isso não quer dizer que devamos ajoelhar em pranto de penitência pé de nossos adversários, mas sim que nos compete viver de tal modo que eles se sintam auxiliados por nossa atitude e por nosso exemplo, renovando-se para a o bem, de vez que, enquanto houver crime e sofrimento, ignorância e miséria no mundo, não podemos encontrar sobre a Terra a luz do reino do Céu.

Título: Na senda do Cristo

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus




A água fluida


E quem der de beber um só copo de [água] fria a um destes pequeninos, na qualidade de discípulo, amém vos digo que de modo nenhum terá perdido a sua recompensa.

Mateus 10:42

Meu amigo, quando Jesus se referiu à benção do copo de água fria, em seu nome, não apenas se reportava à compaixão rotineira que sacia a sede comum. 

 

Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos. 

 

A água é dos corpos mais simples e receptivo da Terra. É como que a base pura, em que a medicação do Céu pode ser impressa, através de recursos substanciais de assistência ao corpo e à alma, embora em processo invisível aos olhos mortais. 

 

A prece intercessória e o pensamento de bondade representam irradiações de nossas melhores energias. 

 

A criatura que ora ou medita exterioriza poderes, emanações e fluidos que, por enquanto, escapam à análise da inteligência vulgar e a linfa potável recebe-nos a influenciação, de modo claro, condensando linhas de força magnética e princípios elétricos, que aliviam e sustentam, ajudam e curam. 

 

A fonte que procede do coração da Terra e a rogativa que flui do imo d’alma, quando se unem na difusão do bem, operam milagres. 

 

O espírito que se eleva na direção do céu é antena viva, captando potenciais da natureza superior, podendo distribuí-los a benefício de todos os que lhe seguem a marcha. 

 

Ninguém existe órfão de semelhante amparo.

 

Para auxiliar a outrem e a si mesmo, bastam a boa vontade e a confiança positiva. 

 

Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu à água simples, doada em nome da sua memória, reportava-se ao valor real da providência, em benefício da carne e do espírito, sempre que estacionem através de zonas enfermiças. 


Se desejas, portanto, o concurso dos Amigos Espirituais, na solução de tuas necessidades físio-psíquicas ou  nos problemas de saúde e equilíbrio dos companheiros, coloca o teu recipiente de água cristalina, à frente de tuas orações, espera e confia.

 

O orvalho do Plano Divino magnetizará o liquido, com raios de amor, em forma de bênção, e estarás, então, consagrando o sublime ensinamento do copo de água pura, abençoado nos Céus.

 

Título: A água fluida

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier

Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho Segundo Mateus