Soneto a Walesca

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Tomando a lira cantarei também
Canções que evoquem a emoção mais pura,
Quero tangê-la em divinal candura
Aos teus ouvidos  quando a noite vem…

E entre os arpejos que a saudade tem
Vou desvelar-te a doce formosura
Do amor perene que o tempo emoldura
Nas telas raras do infinito bem…

E a imagem clara de um porvir risonho,
Velada sempre em teu mais belo sonho,
Quero pintá-la em teu olhar, querida…

E junto ao vento de asas silenciosas
Em teu regaço vou depor as rosas
Feitas de luz para alegrar tua vida.

Poetas que voltam

Mensagem psicografada por Lucimar Laidens, por ocasião do aniversário de Walesca Linhares, trabalhadora da Casa